
“Cantarei como espírito, mas cantarei com a mente”.
Beethoven
“A música é a mediadora entre a vida dos sentidos
e a vida do espírito”.
Paulo
Peça a um engenheiro para construir uma casa: melhor que um leigo, se o bem avaliado, ele fará. Peça a um bom escritor pra editar-lhe um conto, um pouco de análise da vivência e estímulos da emoção, se bem controlados e ponderados, poderão tornar o conto me uma obra-prima. E quem sabe até um “Best-seller”.
Aos civis compete à obra da construção, da derivação construtiva, do conhecimento do gosto de quem o solicitou da firmeza em seus cálculos para fins de não erros. Ao nosso queridíssimo escritor, como já dantes inicializado em tema, busca em sua tarefa a esmerada combinação entre a clareza e a profundidade textual, a beleza da emotividade contrapondo o convencimento da razão da beleza de sua certeza.
Porém há um indivíduo belo, no canto da nossa sala de análise, belo por obra. O nome dele? O chamam de músico. Analisei o catálogo dele. Pontos pra percepção? Muito bons, o mais hábil dos aqui analisados. Aspectos construtivos e fundamentados? Talvez a criatividade da produção e envolvimento inédito em algo comum, seja um de seus alicerces. Por que está jogado? Por que o usam quando quer. A atração para tal texto dar-se e permanece no objetivado, o fato da oratória anterior se faz necessária a focalização no objeto produtivo, como no caso de outros anteriormente citados.
Se Beethoven fez uma versão corrigida e atualizada para a sua época do texto de Paulo aos coríntios, e que como a atualidade da antiga escritura, perdurou até hoje, eu não sei, mas que as duas frases fortemente aparentam ter muita homogeneidade é claro. Por isso a troca da referência frasal.
É importante destacar antes de qualquer posição que o meio de algo, o eixo central, das origens, para ser mais especifico e inviável de mais certeza central; o meio de um termo é um dos pontos mais difíceis de serem alcançados, não por serem inalcançáveis, mas pelo fato de todo mudo considerar-se já em tal posicionamento. Qualquer certeza pode trazer improbidade para melhoria, pois toda meta alcançada, considerada absoluta, ou concluída, acaba por retirar sua plaquinha de certeza.

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